13 de novembro de 2015

Polvíris 9 - Tiago Loução

Eu e o Polvíris em Évora

No dia 6 de novembro de 2015 fui com os meus pais e o Polvíris passar o fim de semana a Évora. A viagem durou cerca de 1hora e 45 minutos. Dava para ver que durou mesmo muito tempo, pois o Polvíris já ressonava. Ficamos alojados no centro de Évora na Pousada da Juventude.
Nós visitámos: Templo de Diana (templo romano), Sé Catedral, Igreja da Graça, Praça do Giraldo, Igreja de S. Francisco e um monumento chamado Capela dos Ossos. Nós percebemos porque se chamava Capela dos Ossos, pois lá dentro, estavam 5000 ossos e havia uma frase interessante: “Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”.
Encontrei a minha amiga Sandra, que está a estudar na Universidade de Évora.
Comemos em dois restaurantes que foram recomendados pela rececionista da pousada e deu para ver que eram bons. Os meus pais comeram sopa de Cação, mas eu e o Polvíris não comemos porque não estávamos habituados. À noite comemos migas com carne de alguidar, e, eu e o Polvíris gostámos muito, apesar, de encher muito o estômago.
No domingo saímos de Évora e fomos ainda a Arraiolos, a Montemor-o-Novo e passámos por Vendas Novas. Em Montemor-o-Novo comemos bifanas.
Eu e o Polvíris adorámos este fim de semana em Évora!  


Tiago Loução

4º A

12 de setembro de 2015

INÍCIO DO ANO LETIVO 2015

OLÁ A TODOS!
BOM ANO LETIVO PARA ALUNOS, PROFESSORES E PAIS!

VAMOS TERMINAR O 4º ANO E PARA ISSO FICA AQUI UMA PEQUENA AJUDA PARA TREINAR EM CASA SE ASSIM O ENTENDEREM.

http://bi.iave.pt/exames/exames/provas/


BJS DA PROF ATÉ DIA 21 DE SETEMBRO NO SÍTIO DO COSTUME :-)

19 de maio de 2015

POLVÍRIS 8 - NUNO DOMINGUES




No sábado eu e o POLVÍRIS acordámos e fomos ver televisão.

Os meus pais acordaram e eu fui tomar banho. Vesti-me, comi e depois fui lavar os dentes.


A seguir, fomos buscar o meu amigo Diogo. Voltámos para casa e jogamos à bola, basquetebol,... Ficámos muito cansados e fomos ver televisão, antes e depois do almoço, quando ficámos fartos, fomos brincar com o Lego.

Quando a minha mãe disse para arrumamos o quarto fomos lanchar.

Entretanto o Diogo foi-se embora e voltei a ir ver televisão, logo a seguir, a minha mãe chamou-me para ir jantar. A seguir ao jantar brinquei e fui para a cama.

No domingo preparei-me para ir para o torneio de Rugby. Tomei banho equipei-me e fui comer. A seguir lavei os dentes e fui para o jogo.



Estivemos lá 4 horas e estavam 40ºC. Quando terminei o jogo, voltei para casa, tomei banho e fui almoçar.


A seguir fui buscar o meu amigo Diogo e fomos outra vez  brincar e ver televisão. 
Lanchámos e quando ele se foi embora, fui ver televisão. Fui jantar e depois brinquei pouco tempo.

O POLVO ÍRIS E EU adorámos este fantástico FIM DE SEMANA!

24 de março de 2015

POLVÍRIS 7 - BÁRBARA GASPAR

EU E O POLVÍRIS

Sexta -feira depois da escola, eu e o Polvíris, fomos à festa de anos do filho de um dos amigos dos meus pais chamado Ricardo.
Depois de todos se cumprimentarem eu, o Polvíris e a minha amiga Filipa (da minha idade) fomos brincar e a ela ficou a gostar muito do Polvíris.

Ela gostou tanto, tanto, tanto de conhecer o Polvíris que quis tirar várias fotografias com ele. O Polvíris também gostou muito de a conhecer.
Depois às 10h 15m, quando acabámos de comer o bolo, o Polvíris sussurrou ao meu ouvido:
- Sabes Bárbara o bolo estava uma delícia!


Quando chegámos a casa já era tarde e fomos dormir.

Sábado de manhã fiquei em casa com o meu pai e fiz os trabalhos de casa com o Polvíris.
À tarde fomos ao El Corte Inglês fazer umas compras, aproveitámos e lanchámos lá.


Domingo de manhã fomos passear e depois de almoço ficámos a relaxar em casa e a fazer este lindo e maravilhoso texto.



Cá estamos nós!

POLÍVIRIS 6 - GUSTAVO MANUEL

A nova aventura de Polvíris, o polvo arco-íris com Gustavo Manuel

Este fim de semana, o Polvíris foi TODO MEU!!! Sim, ele veio para minha casa para dois dias de animação e brincadeira, não precisei de andar a puxar por nenhum tentáculo do meu amigo para partilhar com ele alguma experiência mais divertida, porque na escola, todos queremos brincar com o Polvíris.
Foram dias fantásticos, eu e o Polvíris fizemos tudo juntos: brincámos, comemos, estudámos, dormimos, tocámos piano e passeamos os dois, sempre os dois, inseparáveis… Foi um fim de semana perfeito com o meu amigo… O que vocês ainda não sabem mas que eu vou contar, é que o Polvíris teve uma grande surpresa no domingo, eu e ele fomos nadar juntos. 




Já estava combinado que eu ia participar no Festival de Natação no Complexo Municipal dos Desportos da nossa cidade, nem pensei duas vezes e levei-o comigo, ele teve oportunidade de brincar dentro de água durante todo o tempo que quis. 

Se o vissem, estava de tal maneira eufórico e feliz dentro de água, que até tive medo que as suas cores, conseguidas a tanto custo naquele arco-íris para onde viajou de foguetão tivessem desaparecido, mas não, acho que ficaram ainda mais coloridas. O Polvíris estava radiante e metia conversa com todas as crianças que encontrava. Foi uma tarde bem divertida!

Este nosso amigo é fantástico, é realmente um polvo único, todos gostaram de o conhecer, até parecia que ficavam ainda mais felizes depois de falarem um pouco com ele.
Agora pergunto: Será que as suas cores vibrantes têm alguma influência na nossa boa disposição? Será que a viagem ao arco-íris o transformou num polvo especial? Eu acho que sim e vocês amigos o que acham?


Gustavo Manuel

9 de março de 2015

POLVÍRIS 5 - TOMÁS SILVA

O Polvíris

               Eu na sexta-feira gostei muito de levar o Polvíris, portanto mostrei-o ao Max, que é o meu animal de estimação.
               O Polvíris conheceu o Max e o Max conheceu o Polvíris.


            Já eram horas de comer eu e o Polvíris fomos comer ao fórum e jantámos massa. A seguir de ir jantar fomos comprar meias para ir a um casamento. Saímos e fomos para casa dormir, cheguei a casa vesti o pijama, fui lavar os dentes e fui para a cama.

            No sábado fomos tomar o pequeno- almoço. Vesti-me e fui para casa da noiva e do noivo e tirei fotos. A seguir comi, fomos para a igreja e a seguir para uma quinta . Brinquei muito. Já eram horas de jantar. Comi sopa, hambúrguer com batata, arroz e ovo.

            No domingo acordei, tomei o pequeno-almoço brinquei com o Polvíris e com o Max. Almocei canja e ao jantar comemos sopa e pizza. Depois fui dormir com o Polvíris.

            Gostei muito de te ter comigo, Polvíris

POLVÍRIS 4 - JOANA PINHEIRO

Eu e o Polvíris nas férias de Natal

Num dias das minhas férias de Nata, eu fui ao treino de ginástica e levei o Polviris comigo. Ele conheceu todas as minhas amigas e também se divertiu a ver-nos fazer os nossos esquemas de ginástica.

Um dia, eu fui dormir a casa de uma amiga minha pois era o seu aniversário. O Polviris também foi comigo para dar os parabéns à minha amiga Luíza. No dia seguinte, ele brincou connosco a todas as brincadeiras, quando ficou noite, cantámos os parabéns com as outras amigas e a família da Luiza. Mais tarde, os meus pais levaram-me a casa da minha prima, onde dormi com o Polviris também, ele portou-se muito bem de noite!

No dia seguinte, fizemos uma viagem até ao Alentejo, para a outra casa da minha prima. Nós brincámos todos juntos: eu, o Polviris, a minha prima e o meu primo. Brincámos a muitas coisas: disfarces, princesas, médicos, professores, etc…brincámos até ser noite, jantámos e fomos para a cama. O meu tio veio-nos contar uma história e nós adormecemos ao ouvi-la.

No outro dia, brincámos com balões na rua, estava sol e calor! No almoço comemos salsichas e massa, estava delicioso, por isso conseguimos comer tudo rápido. Logo de seguida fomos passear pela aldeia de Santo Estevão. À noite chegaram os meus pais para festejarmos o Natal todos juntos. Nessa noite, fizemos um teatro para a familia e à meia noite a campainha tocou e nós fomos a correr ver quem era. Era o “Pai Natal” que nos deixou muitos sacos cheios de prendas.





O Polviris acompanhou-me em mais uma viagem: fomos para a Borralheira. No norte, perto da Covilhã na aldeia dos meus avós. Quando chegamos, abrimos muitas outras prendas. Ficamos lá três dias e num deles fomos à Serra da Estrela com uns amigos meus. 

A Serra da Estrela é muito fria, e costuma ter muita neve, mas naquele dia não havia neve, era só gelo. Com os meus amigos, escorregámos no gelo e brincámos juntos, foi muito divertido! 

Gostei muito das minhas férias com o Polviris.


POLVÍRIS 3 - DANIELA PEREIRA

Na sexta feira fui contente para casa, porque era a minha vez de passar o fim de semana com o Polvíris.

No sábado, fui a casa da minha melhor amiga, a Bárbara, mas esqueci-me do Polvíris no carro.

À noite, fui com a minha família, amigos e o Polvíris, ao Terreiro do Paço, em Lisboa, assistir ao Concerto de solidariedade Toca a Todos, com a participação dos concorrentes eliminados do "The Voice Kids". 

Tive a oportunidade de ver e ouvir a Daniela Mercury e a Raquel Tavares a cantar ao Vivo e o Polvíris gostou muito de os ouvir a todos cantar.

No fim, fomos ver a iluminação de Natal da Baixa de Lisboa e beber um cacau quente, pois estava muito frio!!!

O Polvíris preferiu uma garrafa de água.

No domingo, fui brincar com o Polvíris para o jardim e divertimo-nos muito.
Tirámos muitas fotografias juntos, eu o Polvíris e o Brownie, o meu cão.


9 de novembro de 2014

POLVÍRIS 2 - ÂNGELA MARIANO

Na sexta- feira saímos da escola e fomos lanchar ao "Pompom" que tem umas torradas de 5 estrelas e o Polvíris adorou-as.
A seguir fomos para casa, onde nos esperavam a Diva (a nossa cadela), a Tunica e a Flausina (nossas gatas).
Fiz os meus T.P.C, fui tomar banho e vimos televisão até à hora de jantar. A seguir fiz para o Polvíris  uma caminha e deitei-o para ele descansar um bocadinho.
Quando eu fui vestir o pijama, ele acordou cheio de fome! Então a minha mãe fez-nos leite quente com chocolate e bolachas e depois de ficarmos aconchegadinhos, ela contou-nos uma história.






No sábado acordámos, tomámos o pequeno-almoço, vestimos-nos e fomos para a casa da minha avó materna. Fomos ao parque infantil, almoçámos e a seguir andámos de acelera com o meu avô. Mais tarde a minha mãe foi-nos buscar.
Quando o meu pai chegou, fizemos a lista das compras e fomos ao Forum Almada, onde vimos a exposição de Clássicos, a seguir fizemos as compras e aproveitámos para jantar no KFC. 
Depois fui para casa, vesti  o pijama e fomos dormir.
No domingo, a minha mãe cozeu o buraquinho que o Polvíris tinha num tentáculo, mas não o magoou. Depois do almoço, fomos ao café e fomos ao circo.
Foi um grande espectáculo! Nós divertimos-nos imenso!
Já era noite quando terminou e nós fomos buscar o meu irmão a casa da mãe dele. Seguimos para casa, onde os meus pais fizeram o jantar e aqui estou eu a contar a todos as minhas aventuras com o Polvíris.

AS VINDIMAS

TEXTOS ENVIADOS PELOS ALUNOS SOBRE O TEMA.




Eu aprendi que nas vindimas, primeiro é a colheita das uvas que se colhem para dentro de um balde que é levado para um camião. Depois, o camião leva as uvas para uma casinha, onde está uma máquina que se dá à manivela e que esmaga um bocado as uvas para um tanque. 

A seguir as pessoas vão descalças para dentro do tanque e com os pés bem limpos esmagam as uvas, enquanto dançam e cantam em espírito de equipa. Também há sempre alguém a tocar um instrumento, para entreter as pessoas que pisam as uvas que depois se transformam em vinho, para as pessoas o beberem. Uns homens com muita força, levam esse vinho todo para uma fábrica, onde os trabalhadores põem o vinho dentro de garrafas de vidro pronto para ir para as lojas e ser comprado.


GUSTAVO MANUEL





Nas vindimas aprendi que apanham as uvas e as metem para um balde, depois levam-nas para um carro e transportam-nas até à adega. Enquanto eles apanham as uvas, há alguém que sabe tocar um instrumento, para animar aqueles que estão a fazer a colheita, tocam o instrumento  que melhor sabem tocar .


Praticamente, só apanhavam as uvas das videiras em dias de sol, porque é o melhor tempo para a colheita e quando a fazem alguns levam chapéu na cabeça .

Quando chegam à adega, despejam o balde com as uvas no lagar e depois vão lá para dentro, pisam-nas e dançam conforme a música que toca no instrumento.
Todos sabemos que a especialidade do douro é o vinho, tem excelentes videiras, vários bons vinhos e uma paisagem magnífica ao largo do rio douro.

NUNO DOMINGUES






As vindimas são feitas em Setembro.
São convidadas pessoas que são amigas ou pessoas da família, para as fazerem em convívio. Logo de manhã, as pessoas começam a cortar as uvas da videira, põem as uvas dentro do caldeiro, para serem transportadas pelo trator para o lagar.
No lagar põem uma máquina a trabalhar e de caldeiro em caldeiro põem na máquina as uvas e estas são moídas, saindo o molho das uvas que faz o vinho.
Este molho vai para dentro das vasilhas e por fim as pessoas do mundo bebem o vinho.

TOMÁS SILVA





Há muito tempo, um grupo de amigos achou que as uvas não eram só para comer, então, eles tentaram fazer uma coisa diferente.
Até ao resto das suas vidas fizeram colheitas de uvas, meteram as uvas num tanque e espremeram-nas com os pés.
Como espremer as uvas com os pés é muito cansativo, estes senhores cantavam músicas animadas e divertidas para que fosse mais fácil.
O sumo dessas uvas era guardado em pipas de madeira, durante algum tempo, para que se transformasse em vinho.
Ainda hoje se faz vinho desta maneira, mas também se podem utilizar máquinas.

AFONSO FIGUEIREDO





As vindimas são quando as uvas estão boas e as pessoas as apanham.
Quando as pessoas apanham as uvas põem-nas num balde grande, depois juntam os baldes todos e colocam-nos num trator grande que leva as uvas para o lagar. No lagar as uvas vão para uma máquina onde se dá à manivela e as uvas vão para um tanque comprido. Depois de moídas podem ser pisadas pelas pessoas se for uma colheita pequena, porque se for uma colheita grande, para as fábricas de vinho, são as máquinas que fazem esse trabalho.

CAROLINA DIAS



É no outono que se fazem as vindimas. Nesta altura as uvas já estão maduras e prontas a ser colhidas, num trabalho realizado em ambiente de festa e convívio, para depois produzir o vinho do ano.
Juntam-se um grupo de pessoas que vindimam os cachos, apanhando-os à mão ou utilizando uma tesoura para os cortar. As uvas são recolhidas em cestos, que depois de colocados no trator, são transportados para o lagar. Aí, as uvas são pisadas com os pés pelas pessoas para fazer vinho doce.
Em novembro, pelo S. Martinho, comem-se as castanhas e já se prova o vinho novo.

RENATO LEPUSTEANU




No outono, as pessoas começam a recolher as uvas para fazer vinho.
Os vindimadores cortam os cachos de uvas docinhas. Os cestos, depois de cheios, são transportados para o lagar.
No lagar, os homens e as mulheres vão esmagando as uvas com os pés. Ouvem-se lindas cantigas ao som da concertina.
Depois, o sumo das uvas ou vinho é recolhido em pipas, cubas e tonéis feitos de madeira...
No mês de Novembro, os agricultores vão à adega e provam o vinho das pipas.

DANIELA SANTOS






Hoje, dia 25-10-2014 aprendi que as uvas nascem das videiras.
Pelo final do verão as uvas são apanhadas e colocadas num balde.
Cortam as uvas das videiras com tesoura, depois dos baldes estarem cheios as pessoas carregam-nos para um camião. Às vezes uns tocam instrumentos musicais enquanto as outras pessoas estão a colher as uvas e quando acabam a colheita vão dançar:
 -Uau que grande esforço !!!
Passado um tempo levam as uvas para a adega para uma máquina que as tritura, a seguir começam a pisar as uvas e para animar a malta começam a dançar ao som da música que os outros tocam.
Depois das uvas estarem pisadas, o sumo das uvas é separado e guardado em pipas onde vai fermentar, transformando-se em vinho.

Em Novembro, pela altura das castanhas abrem-se as pipas e prepara-se o vinho, chama-se água-pé.  

MARTIM SANGUINHO





24 de outubro de 2014

22 de outubro de 2014

POLVÍRIS 1 - AFONSO FIGUEIREDO

“Eu e o Polvíris”


Quando eu cheguei da escola fui lanchar com o Polvíris, fazer os trabalhos de casa, tomar banho e fui jantar.
No dia seguinte, eu e o Polvíris fomos ver o jogo de futebol do meu irmão.
Quando acabou o jogo fomos almoçar.
Às 4 horas, fui ao meu jogo de futebol e o Polvíris disse:
- Não é um, são três jogos.
Eu ganhei todos os jogos até chegar à final, que foi no domingo. Mas infelizmente, no domingo, perdi a final contra o Barreirense. A sorte deles é que eu não tinha guarda-redes mas, mesmo assim, o Polvíris gostou.



Afonso Figueiredo

POLVÍRIS - O INÍCIO!!!

“Eu e o Polvíris.”
 O início das aventuras do Sr. Polvíris, o polvo colorido!


Um dia debaixo do mar havia uma família de polvos. Os polvos eram todos cinzentos mas um deles era branco e com 6 braços. O seu sonho era ser colorido e por isso queria encontrar o arco-íris. Ele sentia-se diferente e triste. 
Um dia resolveu ir passear e encontrou um tubarão que o perseguiu. Esse tubarão com tantas voltas, ficou preso numa rocha e gritou:
- Ajuda-me, ajuda-me!
O polvo voltou para trás e respondeu:
            - Se tu me ajudares a construir um foguetão para eu ir ao arco-íris, eu salvo-te!
O tubarão aceitou a proposta e o polvo com os seus tentáculos empurrou-o e libertou-o. Foi à sua gruta, recolheu os materiais que precisava e voltou ao pé do polvo.
O tubarão e o polvo ficaram amigos e construíram o foguetão numa hora.  Encontraram um motor velho de um barco, arranjaram-no e usaram-no no foguetão.
Prepararam a viagem e … 3…2…1… descolagem!!!!!!!
Lá foi ele à procura do arco-íris, atingiu uma nuvem cinzenta cheia de água que lhe deu imenso jeito para conseguir respirar. Esperou que o sol aparecesse e assim que o arco-íris apareceu ele saltou para cima dele. Záz…catrapáz… zuz …catrapuz … e o milagre aconteceu! O polvo ficou às cores e a partir desse dia chamou-se Sr. Polvíris, o polvo colorido!

Quando regressou à terra aterrou na sala do 3º A da EB Vale Rosal.

8 de outubro de 2014.

15 de outubro de 2014

VISITA AO MUSEU DA CIDADE DE ALMADA - 15 OUT

Visita ao Museu da Cidade de Almada
Hoje, dia 15 de outubro, fomos ao Museu da Cidade de Almada. Chegámos ao nosso destino às 10h e lanchámos.
A nossa guia chamava-se Guilhermina e ficámos logo a saber que o atual museu, era uma casa habitada por uma família rica de Almada. A guia começou por esta história do edifício do museu.















A primeira coisa que nós fizemos foi guardar as nossas coisas na receção. Logo de seguida vimos uma obra de arte, que era feita de ferros, do chão até ao teto, com pequenas estátuas agarradas de homens e mulheres. Esta estátua representa os cidadãos de Almada, os almadenses.
Vimos fotos de Almada antiga, inclusive uma foto de uma profissão já extinta, os aguadeiros, que recolhiam água dos chafarizes e a vendiam às pessoas.
Subimos ao primeiro piso e apreciámos a maqueta da cidade de Almada, onde vimos a Ponte 25 de Abril, o rio Tejo, o Cristo Rei e muitas casas, árvores, campos de futebol,… 
Todo o trabalho a seguir durante a visita, foi ver objetos antigos que os almadenses venderam, emprestaram ou doaram ao museu da cidade. Vimos uma máquina de escrever, um chafariz, livros da primária, um compasso antigo para o quadro da professora, uma ardósia que servia para as crianças aprenderem a escrever, porque naquele tempo havia muita pobreza, e, só os meninos ricos tinham cadernos. Utilizámos uma caneta de aparo, vimos um estojo de madeira e cadernos de duas linhas, para trabalhar a caligrafia. Vimos também um armário que existia em todas as salas de aula com material de matemática, este chamava-se “Caixa Métrica”. Observámos uma cadeira de barbeiro, uma navalha antiga e outros objetos de barbearia. Apreciámos também as pipas antigas, um rótulo de garrafão de vidro de vinho, fantoches, uma tiara, dinheiro em escudo, uma balança,…


Seguimos a nossa visita e fomos fazer uma roda, onde, com a guia e as monitoras respondemos a perguntas de avaliação da visita de estudo e o que tínhamos aprendido. De seguida realizámos pinturas e começámos um trabalho que trouxemos para a escola para acabar.

Nós gostámos muito da visita e foi muito interessante. 
Apesar de alguns alunos conhecerem o museu da cidade, estamos sempre a aprender coisas novas.


TRABALHO A PARES EM SALA DE AULA.

CONCLUSÃO DA VISITA COM UM QUESTIONÁRIO.

Texto Coletivo 3º A