Este blogue servirá para colocar trabalhos, textos, comentários, visitas de estudo, atividades de sala de aula,... tudo o que os alunos considerarem digno de partilha! Esperemos que gostem, deixem o vosso comentário!
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21 de janeiro de 2016
16 de dezembro de 2015
4ºA Numa aventura inesperada na Lapónia
Uma Aventura inesperada na Lapónia
Neste Natal tivemos uma grande aventura …
vamos-vos contar!
Em dezembro, fomos na nossa visita de estudo de
inverno especial de Natal. Em conjunto na turma com a nossa professora titular,
decidimos ir de avião até Roma em Itália, visitar museus, monumentos, comer
gelados e ir ao rodízio de pizza. Pelo menos isto era o que estava planeado.
No dia da viagem estava uma grande
tempestade e quando já estávamos no ar … houve uma avaria no cockpit por causa
dos trovões que nos levou para fora da nossa rota. Qual não foi o nosso
espanto, quando, o nosso piloto avisou pelo intercomunicador que teríamos de
aterrar na Lapónia, e, só continuaríamos até Roma quando a avaria estivesse
resolvida. Aterrámos em Rovaniemi, a cidade mais importante da Lapónia, a norte
do Circulo Polar Ártico, na Finlândia.
Quando aterrámos saímos do avião e fomos recebidos por um boneco de neve de fones, acompanhado por um duende, de nariz vermelho por estar engripado… rapidamente pegámos nos telemóveis e avisámos as famílias do sucedido.
- Olá miúdos
giros! – disseram juntos o boneco de neve e o duende muito contentes.
– Sei que precisam de ajuda porque soubemos que
tiveram uma avaria, o Pai Natal espera-vos na sua gruta para um lanche de
boas-vindas e roupas quentinhas, pois aqui o nosso Inverno costuma atingir
os 30 graus negativos.
Fora do aeroporto aguardava-nos 7 magníficos
trenós puxados a renas … fomos divididos em grupos de 4, a professora foi com
um grupo no trenó da frente e a Beta acompanhou o último trenó… assim que
começámos a andar… a magia aconteceu e ouviu-se uma voz que disse «Oh…oh…oh!
Venham até mim!!!» As renas começaram a voar, levantaram voo e … sentimos
ansiedade, coração a mil, medo, felizes, curiosos e com vertigens … mas ao
mesmo tempo desejosos de conhecer o Pai Natal.
A viagem correu muito bem e passado algum tempo
as renas começaram a descer. Lá em baixo uma grande gruta redonda, coberta de
neve e iluminada com 3 lindos cães Husky à porta.
Aterrámos e apareceu o Pai Natal no seu trenó.
- Bem vindos
à minha casa! – disse sorrindo.
- Olá Pai
Natal, obrigada por nos ter acolhido na sua casa. – disse a professora.
- Hoje à noite eu e a Mãe Natal, gostávamos de
vos mostrar a nossa cidade e com um bocadinho de sorte pode ser que vejam a
nossa linda aurora boreal …
Lanchámos e vestimo-nos com roupas quentíssimas
para podermos passear e visitar a fábrica dos brinquedos, a “Fábrica da
Felicidade”. Quando lá chegámos vimos muitos duendes a trabalhar.
À noite jantámos com a família do Pai Natal, a
Mãe Natal e as suas filhas e filhos, dois rapazes e duas raparigas. Visitámos a
cidade e vimos a aurora boreal.
Fomos dormir e na manhã seguinte recebemos um
telefonema com a notícia que o nosso avião já estava arranjado para irmos até
Roma. Fizemos os nossos pedidos ao Pai Natal: ter asas, receber um drone, uma
Playstation 4, conseguir fazer magia, receber materiais novos para trabalhar na
escola, um Ipad, o jogo Call Off Duty , Just Dance 2016 para a PS3, Disney
Infinity, Need for Speed para a PS4, que todos sejam felizes e tenham tudo de
bom, que o Zirrão consiga ir a uma competição de passo fino, uma caneca do C3-PO,
… despedimo-nos e prometemos voltar.
Esta aventura não estava prevista mas ficará
sempre nas nossas memórias e no nosso coração.
História Coletiva 4ºA VR
14 de dezembro de 2015
4 de dezembro de 2015
A FABRUXA DOS MARES
A Fabruxa dos Mares
A
Leontina estava contente por ter tomado a sua primeira decisão. Como se tinha decidido, foi ter
com um mago e pediu-lhe ajuda para aprender as palavras mágicas para ser uma
fabruxa.
-
Olá amigo Igor Valentim, poder-me-ia ensinar magia? Preciso de palavras mágicas
para conseguir ser uma fabruxa.
-
Olá Leontina! Há quanto tempo não te
via! Mas agora responde-me lá, o que é uma fabruxa? – perguntou o mago
intrigado.
O
mago deu-lhe aulas de magia e ela, esperta como era, aprendeu tudo em pouco
tempo … as palavras mágicas, como usar os ingredientes para as poções, transformar
as coisas em animais, como usar a varissoura (varinha+vassoura),…
Para comemorar
decidiu ir passear numa bolha de magia … «abracadabra que apareça uma bolha» …
começou a viagem dentro de água. A água estava límpida, quente e muito calma.
Havia corais, estrelas-do-mar, peixes coloridos , uns grandes e outros
pequenos, todos felizes por ter um ambiente tranquilo.
De repente
ouviu o canto das sereias que estavam a tentar hipnotizar os marinheiros para
que estes levassem o barco contra as rochas, para lhes roubarem os tesouros. Então, Leontina com a sua varissoura disse «Abracadabra,
saiam daqui sereias nem que seja com meias!» de repente as sereias ficaram
dentro de umas meias e foram levadas para um universo paralelo dentro da
varissoura.
Leontina, salvou
os marinheiros e foi recompensada como rainha dos mares. A partir daquele dia
teve viagens de borla e sempre que podia ajudava-os com a sua magia a pescar.
Leontina tomou
a melhor decisão da sua vida, ser uma fabruxa, mas sempre boa!
13 de novembro de 2015
Polvíris 9 - Tiago Loução
Eu e o Polvíris em Évora
No dia 6 de novembro de 2015 fui com os meus pais e o Polvíris passar o
fim de semana a Évora. A viagem durou cerca de 1hora e 45 minutos. Dava para
ver que durou mesmo muito tempo, pois o Polvíris já ressonava. Ficamos alojados
no centro de Évora na Pousada da Juventude.
Nós visitámos: Templo de Diana (templo romano), Sé Catedral, Igreja da
Graça, Praça do Giraldo, Igreja de S. Francisco e um monumento chamado Capela
dos Ossos. Nós percebemos porque se chamava Capela dos Ossos, pois lá dentro,
estavam 5000 ossos e havia uma frase interessante: “Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”.
Encontrei a minha amiga Sandra, que está a estudar na Universidade de
Évora.
Comemos em dois restaurantes que foram recomendados pela rececionista da
pousada e deu para ver que eram bons. Os meus pais comeram sopa de Cação, mas
eu e o Polvíris não comemos porque não estávamos habituados. À noite comemos
migas com carne de alguidar, e, eu e o Polvíris gostámos muito, apesar, de
encher muito o estômago.
No domingo saímos de Évora e fomos ainda a Arraiolos, a Montemor-o-Novo e
passámos por Vendas Novas. Em Montemor-o-Novo comemos bifanas.
Eu e o Polvíris adorámos este fim de semana em Évora!
Tiago Loução
4º A
19 de maio de 2015
POLVÍRIS 8 - NUNO DOMINGUES
No sábado eu e o POLVÍRIS acordámos e fomos ver televisão.
Os meus pais acordaram e eu fui tomar banho. Vesti-me, comi e depois fui lavar os dentes.
A seguir, fomos buscar o meu amigo Diogo. Voltámos para casa e jogamos à bola, basquetebol,... Ficámos muito cansados e fomos ver televisão, antes e depois do almoço, quando ficámos fartos, fomos brincar com o Lego.
Quando a minha mãe disse para arrumamos o quarto fomos lanchar.
Entretanto o Diogo foi-se embora e voltei a ir ver televisão, logo a seguir, a minha mãe chamou-me para ir jantar. A seguir ao jantar brinquei e fui para a cama.
No domingo preparei-me para ir para o torneio de Rugby. Tomei banho equipei-me e fui comer. A seguir lavei os dentes e fui para o jogo.
Estivemos lá 4 horas e estavam 40ºC. Quando terminei o jogo, voltei para casa, tomei banho e fui almoçar.
A seguir fui buscar o meu amigo Diogo e fomos outra vez brincar e ver televisão.
Lanchámos e quando ele se foi embora, fui ver televisão. Fui jantar e depois brinquei pouco tempo.
O POLVO ÍRIS E EU adorámos este fantástico FIM DE SEMANA!
24 de março de 2015
POLVÍRIS 7 - BÁRBARA GASPAR
EU E O POLVÍRIS
Sexta -feira depois da escola, eu e o Polvíris, fomos à
festa de anos do filho de um dos amigos dos meus pais chamado Ricardo.
Depois de todos se cumprimentarem eu, o Polvíris e a minha
amiga Filipa (da minha idade) fomos brincar e a ela ficou a gostar muito do Polvíris.
Ela gostou tanto, tanto, tanto de conhecer o Polvíris que
quis tirar várias fotografias com ele. O Polvíris também gostou muito de a
conhecer.
Depois às 10h 15m, quando acabámos de comer o bolo, o Polvíris
sussurrou ao meu ouvido:
- Sabes Bárbara o bolo estava uma delícia!
Quando chegámos a casa já era tarde e fomos dormir.
Sábado de manhã fiquei em casa com o meu pai e fiz os
trabalhos de casa com o Polvíris.
À tarde fomos ao El Corte Inglês fazer umas compras, aproveitámos
e lanchámos lá.
Domingo de manhã fomos passear e depois de almoço ficámos a
relaxar em casa e a fazer este lindo e maravilhoso texto.
Cá estamos nós!
POLÍVIRIS 6 - GUSTAVO MANUEL
A nova aventura de Polvíris, o polvo arco-íris com Gustavo Manuel
Este fim de semana, o Polvíris foi TODO MEU!!! Sim, ele veio para minha casa para dois dias de animação e brincadeira, não precisei de andar a puxar por nenhum tentáculo do meu amigo para partilhar com ele alguma experiência mais divertida, porque na escola, todos queremos brincar com o Polvíris.
Foram dias fantásticos, eu e o Polvíris fizemos tudo juntos: brincámos, comemos, estudámos, dormimos, tocámos piano e passeamos os dois, sempre os dois, inseparáveis… Foi um fim de semana perfeito com o meu amigo… O que vocês ainda não sabem mas que eu vou contar, é que o Polvíris teve uma grande surpresa no domingo, eu e ele fomos nadar juntos.
Já estava combinado que eu ia participar no Festival de Natação no Complexo Municipal dos Desportos da nossa cidade, nem pensei duas vezes e levei-o comigo, ele teve oportunidade de brincar dentro de água durante todo o tempo que quis.
Se o vissem, estava de tal maneira eufórico e feliz dentro de água, que até tive medo que as suas cores, conseguidas a tanto custo naquele arco-íris para onde viajou de foguetão tivessem desaparecido, mas não, acho que ficaram ainda mais coloridas. O Polvíris estava radiante e metia conversa com todas as crianças que encontrava. Foi uma tarde bem divertida!
Este nosso amigo é fantástico, é realmente um polvo único, todos gostaram de o conhecer, até parecia que ficavam ainda mais felizes depois de falarem um pouco com ele.
Agora pergunto: Será que as suas cores vibrantes têm alguma influência na nossa boa disposição? Será que a viagem ao arco-íris o transformou num polvo especial? Eu acho que sim e vocês amigos o que acham?
Gustavo Manuel
9 de março de 2015
POLVÍRIS 5 - TOMÁS SILVA
O Polvíris
Eu na sexta-feira gostei muito de
levar o Polvíris, portanto mostrei-o ao Max, que é o meu animal de estimação.
O Polvíris conheceu o Max
e o Max conheceu o Polvíris.
Já
eram horas de comer eu e o Polvíris fomos comer ao fórum e jantámos massa. A
seguir de ir jantar fomos comprar meias para ir a um casamento. Saímos e
fomos para casa dormir, cheguei a casa vesti o pijama, fui lavar os dentes e fui
para a cama.
No
sábado fomos tomar o pequeno- almoço. Vesti-me e fui para casa da noiva e do
noivo e tirei fotos. A seguir comi, fomos para a igreja e a seguir para
uma quinta . Brinquei muito. Já eram horas de jantar. Comi sopa, hambúrguer com
batata, arroz e ovo.
No
domingo acordei, tomei o pequeno-almoço brinquei com o Polvíris e com o Max.
Almocei canja e ao jantar comemos sopa e pizza. Depois
fui dormir com o Polvíris.
Gostei
muito de te ter comigo, Polvíris…
POLVÍRIS 4 - JOANA PINHEIRO
Eu e o Polvíris nas férias de Natal
Num dias das minhas férias de Nata, eu fui ao treino de ginástica e levei o Polviris comigo. Ele conheceu todas as minhas amigas e também se divertiu a ver-nos fazer os nossos esquemas de ginástica.
Um dia, eu fui dormir a casa de uma amiga minha pois era o seu aniversário. O Polviris também foi comigo para dar os parabéns à minha amiga Luíza. No dia seguinte, ele brincou connosco a todas as brincadeiras, quando ficou noite, cantámos os parabéns com as outras amigas e a família da Luiza. Mais tarde, os meus pais levaram-me a casa da minha prima, onde dormi com o Polviris também, ele portou-se muito bem de noite!
No dia seguinte, fizemos uma viagem até ao Alentejo, para a outra casa da minha prima. Nós brincámos todos juntos: eu, o Polviris, a minha prima e o meu primo. Brincámos a muitas coisas: disfarces, princesas, médicos, professores, etc…brincámos até ser noite, jantámos e fomos para a cama. O meu tio veio-nos contar uma história e nós adormecemos ao ouvi-la.
No outro dia, brincámos com balões na rua, estava sol e calor! No almoço comemos salsichas e massa, estava delicioso, por isso conseguimos comer tudo rápido. Logo de seguida fomos passear pela aldeia de Santo Estevão. À noite chegaram os meus pais para festejarmos o Natal todos juntos. Nessa noite, fizemos um teatro para a familia e à meia noite a campainha tocou e nós fomos a correr ver quem era. Era o “Pai Natal” que nos deixou muitos sacos cheios de prendas.
O Polviris acompanhou-me em mais uma viagem: fomos para a Borralheira. No norte, perto da Covilhã na aldeia dos meus avós. Quando chegamos, abrimos muitas outras prendas. Ficamos lá três dias e num deles fomos à Serra da Estrela com uns amigos meus.
A Serra da Estrela é muito fria, e costuma ter muita neve, mas naquele dia não havia neve, era só gelo. Com os meus amigos, escorregámos no gelo e brincámos juntos, foi muito divertido! 
Gostei muito das minhas férias com o Polviris.
POLVÍRIS 3 - DANIELA PEREIRA
Na sexta feira fui contente para casa, porque era a minha vez de passar o fim de semana com o Polvíris.
No sábado, fui a casa da minha melhor amiga, a Bárbara, mas esqueci-me do Polvíris no carro.
À noite, fui com a minha família, amigos e o Polvíris, ao Terreiro do Paço, em Lisboa, assistir ao Concerto de solidariedade Toca a Todos, com a participação dos concorrentes eliminados do "The Voice Kids".
Tive a oportunidade de ver e ouvir a Daniela Mercury e a Raquel Tavares a cantar ao Vivo e o Polvíris gostou muito de os ouvir a todos cantar.
No fim, fomos ver a iluminação de Natal da Baixa de Lisboa e beber um cacau quente, pois estava muito frio!!!
O Polvíris preferiu uma garrafa de água.
No domingo, fui brincar com o Polvíris para o jardim e divertimo-nos muito.
Tirámos muitas fotografias juntos, eu o Polvíris e o Brownie, o meu cão.
9 de novembro de 2014
POLVÍRIS 2 - ÂNGELA MARIANO
Na sexta- feira saímos da escola e fomos lanchar ao "Pompom" que tem umas torradas de 5 estrelas e o Polvíris adorou-as.
A seguir fomos para casa, onde nos esperavam a Diva (a nossa cadela), a Tunica e a Flausina (nossas gatas).
Fiz os meus T.P.C, fui tomar banho e vimos televisão até à hora de jantar. A seguir fiz para o Polvíris uma caminha e deitei-o para ele descansar um bocadinho.
Quando eu fui vestir o pijama, ele acordou cheio de fome! Então a minha mãe fez-nos leite quente com chocolate e bolachas e depois de ficarmos aconchegadinhos, ela contou-nos uma história.
No sábado acordámos, tomámos o pequeno-almoço, vestimos-nos e fomos para a casa da minha avó materna. Fomos ao parque infantil, almoçámos e a seguir andámos de acelera com o meu avô. Mais tarde a minha mãe foi-nos buscar.
Quando o meu pai chegou, fizemos a lista das compras e fomos ao Forum Almada, onde vimos a exposição de Clássicos, a seguir fizemos as compras e aproveitámos para jantar no KFC.
Depois fui para casa, vesti o pijama e fomos dormir.
No domingo, a minha mãe cozeu o buraquinho que o Polvíris tinha num tentáculo, mas não o magoou. Depois do almoço, fomos ao café e fomos ao circo.
Foi um grande espectáculo! Nós divertimos-nos imenso!
Já era noite quando terminou e nós fomos buscar o meu irmão a casa da mãe dele. Seguimos para casa, onde os meus pais fizeram o jantar e aqui estou eu a contar a todos as minhas aventuras com o Polvíris.
AS VINDIMAS
TEXTOS ENVIADOS PELOS ALUNOS SOBRE O TEMA.
Eu aprendi que nas vindimas, primeiro é a colheita das uvas que se colhem para dentro de um balde que é levado para um camião. Depois, o camião leva as uvas para uma casinha, onde está uma máquina que se dá à manivela e que esmaga um bocado as uvas para um tanque.
A seguir as pessoas vão descalças para dentro do tanque e com os pés bem limpos esmagam as uvas, enquanto dançam e cantam em espírito de equipa. Também há sempre alguém a tocar um instrumento, para entreter as pessoas que pisam as uvas que depois se transformam em vinho, para as pessoas o beberem. Uns homens com muita força, levam esse vinho todo para uma fábrica, onde os trabalhadores põem o vinho dentro de garrafas de vidro pronto para ir para as lojas e ser comprado.
GUSTAVO MANUEL
Nas vindimas aprendi que apanham as uvas e as metem para um balde, depois levam-nas para um carro e transportam-nas até à adega. Enquanto eles apanham as uvas, há alguém que sabe tocar um instrumento, para animar aqueles que estão a fazer a colheita, tocam o instrumento que melhor sabem tocar .
Praticamente, só apanhavam as uvas das videiras em dias de sol, porque é o melhor tempo para a colheita e quando a fazem alguns levam chapéu na cabeça .
Quando chegam à adega, despejam o balde com as uvas no lagar e depois vão lá para dentro, pisam-nas e dançam conforme a música que toca no instrumento.
Todos sabemos que a especialidade do douro é o vinho, tem excelentes videiras, vários bons vinhos e uma paisagem magnífica ao largo do rio douro.
NUNO DOMINGUES
As vindimas são feitas em Setembro.
São convidadas pessoas que são amigas ou pessoas da família, para
as fazerem em convívio. Logo de manhã, as pessoas começam a cortar as uvas da
videira, põem as uvas dentro do caldeiro, para serem transportadas pelo trator
para o lagar.
No lagar põem uma máquina a trabalhar e de caldeiro em caldeiro põem na máquina as uvas e estas são moídas, saindo o molho das uvas que faz o vinho.
Este molho vai para dentro das vasilhas e por fim as pessoas do
mundo bebem o vinho.
TOMÁS SILVA
Há muito tempo, um grupo de amigos achou que as
uvas não eram só para comer, então, eles tentaram fazer uma coisa diferente.
Até ao resto das suas vidas fizeram colheitas
de uvas, meteram as uvas num tanque e espremeram-nas com os pés.
Como espremer as
uvas com os pés é muito cansativo, estes senhores cantavam músicas animadas e
divertidas para que fosse mais fácil.
O sumo dessas
uvas era guardado em pipas de madeira, durante algum tempo, para que se
transformasse em vinho.
Ainda hoje se faz
vinho desta maneira, mas também se podem utilizar máquinas.
AFONSO FIGUEIREDO
As vindimas são quando as uvas estão boas e as pessoas as apanham.
Quando as pessoas apanham as uvas põem-nas num balde grande, depois juntam os baldes todos e colocam-nos num trator grande que leva as uvas para o lagar. No lagar as uvas vão para uma máquina onde se dá à manivela e as uvas vão para um tanque comprido. Depois de moídas podem ser pisadas pelas pessoas se for uma colheita pequena, porque se for uma colheita grande, para as fábricas de vinho, são as máquinas que fazem esse trabalho.
Quando as pessoas apanham as uvas põem-nas num balde grande, depois juntam os baldes todos e colocam-nos num trator grande que leva as uvas para o lagar. No lagar as uvas vão para uma máquina onde se dá à manivela e as uvas vão para um tanque comprido. Depois de moídas podem ser pisadas pelas pessoas se for uma colheita pequena, porque se for uma colheita grande, para as fábricas de vinho, são as máquinas que fazem esse trabalho.
CAROLINA DIAS
É no outono que se fazem as vindimas. Nesta altura as uvas já estão maduras e prontas a ser colhidas, num trabalho realizado em ambiente de festa e convívio, para depois produzir o vinho do ano.
Juntam-se um grupo de pessoas que vindimam os cachos, apanhando-os à mão ou utilizando uma tesoura para os cortar. As uvas são recolhidas em cestos, que depois de colocados no trator, são transportados para o lagar. Aí, as uvas são pisadas com os pés pelas pessoas para fazer vinho doce.
Em novembro, pelo S. Martinho, comem-se as castanhas e já se prova o vinho novo.
RENATO LEPUSTEANU
No outono, as pessoas começam a recolher as uvas para fazer vinho.
Os vindimadores cortam os cachos de uvas docinhas. Os cestos, depois de cheios, são transportados para o lagar.
No lagar, os homens e as mulheres vão esmagando as uvas com os pés. Ouvem-se lindas cantigas ao som da concertina.
Depois, o sumo das uvas ou vinho é recolhido em pipas, cubas e tonéis feitos de madeira...
No mês de Novembro, os agricultores vão à adega e provam o vinho das pipas.
DANIELA SANTOS
No outono, as pessoas começam a recolher as uvas para fazer vinho.
Os vindimadores cortam os cachos de uvas docinhas. Os cestos, depois de cheios, são transportados para o lagar.
No lagar, os homens e as mulheres vão esmagando as uvas com os pés. Ouvem-se lindas cantigas ao som da concertina.
Depois, o sumo das uvas ou vinho é recolhido em pipas, cubas e tonéis feitos de madeira...
No mês de Novembro, os agricultores vão à adega e provam o vinho das pipas.
DANIELA SANTOS
Hoje, dia 25-10-2014 aprendi que as uvas nascem das
videiras.
Pelo
final do verão as uvas são apanhadas e colocadas num balde.
Cortam as uvas das videiras com tesoura, depois dos
baldes estarem cheios as pessoas carregam-nos para um camião. Às vezes uns
tocam instrumentos musicais enquanto as outras pessoas estão a colher as uvas e
quando acabam a colheita vão dançar:
-Uau que grande
esforço !!!
Passado um tempo levam as uvas para a adega para uma
máquina que as tritura, a seguir começam a pisar as uvas e para animar a malta
começam a dançar ao som da música que os outros tocam.
Depois das uvas estarem pisadas, o sumo das uvas é
separado e guardado em pipas onde vai fermentar, transformando-se em vinho.
Em Novembro, pela altura das castanhas abrem-se as pipas
e prepara-se o vinho, chama-se água-pé.
MARTIM SANGUINHO
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